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Trabalho propriamente dito #3MJ! _ SADE E TRABALHO CARGAS DE TRABALHO Fsicas Qumicas Biolgicas Ergonmicas Psquicas bZlZh$jSADE E TRABALHO PROCESSO DE TRABALHO PRODUAO DE FORMAS DE DESGASTE RECOMPOSIAO DESGASTE FSICO E PSQUICO PERFIL PATOLGICOL$%$=Efeitos da mudana social sobre as atividades dos professores>>${Modificao do apoio da sociedade ao sistema educativo Desvalorizao social do professor Mudana dos contedos curriculares Escassez de recursos materiais Deficincias das condies de trabalho Mudanas na relao professor-aluno Aumento das exigncias em relao ao papel do professor Fragmentao do trabalho docente MAL-ESTAR DOCENTE>A;A)zTRABALHO E SADE DO PROFESSOR  ALGUMAS EVIDNCIAS EMPRICAS&>! Os estudos realizados no Brasil e no exterior apontam a importante contribuiao dos aspectos relacionados ao ambiente escolar e organizao do processo de trabalho na produao de diferentes formas de adoecimento entre os educadores e educadoras. BZZ! zTRABALHO E SADE DO PROFESSOR  ALGUMAS EVIDNCIAS EMPRICAS&>!^Dados da OIT (1981): Universidade da Hungria  maior prevalncia de distrbios advindos do estresse, labirintite, faringite, neuroses e doenas dos aparelhos locomotor e circulatrio entre docentes; Frana  segundo dados oficiais, 60% das solicitaes por motivo de doena relacionavam-se a distrbios nervosos. Entre pessoas hospitalizadas por doenas mentais, maior incidncia de neuroses com depresso entre os professores;Z zTRABALHO E SADE DO PROFESSOR  ALGUMAS EVIDNCIAS EMPRICAS&>!|Dados da OIT (1981): Inglaterra  25% dos professores no acreditavam na prpria permanncia na profisso nos prximos 10 anos e 20 a 30% deles classificavam-na como causadora de estresse.R zTRABALHO E SADE DO PROFESSOR  ALGUMAS EVIDNCIAS EMPRICAS&>!$Kohen (1997) Argentina  observou elevado desgaste fsico e psquico em decorrncia de situaes inadequadas do ambiente de trabalho. Dentre as queixas mais freqentes encontrou: problemas nas cordas vocais (38%), distrbios psiquitricos (34%) e problemas digestivos (23%).@   zTRABALHO E SADE DO PROFESSOR  ALGUMAS EVIDNCIAS EMPRICAS&>!@Soares Jr. (1994) Estudou 10 escolas da rede pblica estadual de ensino de Uberaba  MG, nos anos de 1991 e 1992. Da populao estudada, 75% apresentou algum tipo de distrbio biolgico ou psquico nos dois anos de estudo 87% relacionaram essa alterao ao tempo de servio e 13% a fatores socioeconmicos e familiares. As principais alteraes foram: fadiga(22,8%), alterao da voz (15,2%), cefalia (12,1%).ZaZmZZcZZ[Z`.zTRABALHO E SADE DO PROFESSOR  ALGUMAS EVIDNCIAS EMPRICAS&>!dVasconcelos (1995) Avaliou dados do Hospital do Servidor Pblico de So Paulo (1988) . A neurose e a depresso afastam, em mdia, 33 professores por dia letivo. . Nos 15 meses que antecedeu o seu estudo, foram notificou-se 8.868 licenas por tratamento de doenas mentais: 6.271 neurose, 807 dificuldades de ajustamento, 599 por estresse e 284 depressoPeZC  zTRABALHO E SADE DO PROFESSOR  ALGUMAS EVIDNCIAS EMPRICAS&>!Uma das formas de  mal-estar docente denomina-se sndrome de Burnout  sentimento crnico de desnimo, apatia e desresponsabilizao Codo et al (1999) Pesquisa realizada em 27 estados brasileiros (Codo et al, 1999): 48% dos docentes apresentaram algum sintoma de burnout; 1 em cada 4 educadores tinham exausto emocional. B93M233>Aq3P=+::6  zTRABALHO E SADE DO PROFESSOR  ALGUMAS EVIDNCIAS EMPRICAS&>!Codo et al (1999) Avaliando tipo de gesto e burnout encontraram correlao positiva entre maior exausto emocional e o tipo de gesto denominada de tradicional. As escolas que alcanaram maior ndice de infra-estrutura foram aquelas que adotaram a gesto democrtica e participativa.>  $' zTRABALHO E SADE DO PROFESSOR  ALGUMAS EVIDNCIAS EMPRICAS&>!Carvalho (1995) Professores que referiram no ter autonomia no trabalho apresentaram escores mais baixos de realizao pessoal do que os professores que referiram ter autonomia. Professores que relataram interferncia de especialistas (atuao de supervisores, diretores e coordenadores) no seu trabalho apresentaram escores de exausto emocional mais alto e escores mais baixos de realizao pessoal do que aqueles que no referiram tal interferncia. <zTRABALHO E SADE DO PROFESSOR  ALGUMAS EVIDNCIAS EMPRICAS&>!Noronha (2001) Estudou professoras do ensino fundamental de uma escola pblica de Montes Claros  MG O estudo revelou sentimentos de insatisfao, frustao e ansiedade entre as professoras O esforo das professoras em realizar o seu trabalho confrontava-se com incompatibilidades existentes entre as exigncias profissionais e as condies reais de trabalho.ZZZWY   zTRABALHO E SADE DO PROFESSOR  ALGUMAS EVIDNCIAS EMPRICAS&>!xCunha (2000) Estudou professores da UESB Categorizou os principais problemas de sade em trs grupos: ~ Problemas com conseqncias Psico-neurais ~ Problemas com conseqncias Estruturais ~ Problemas com conseqncias Fisiolgicas Problemas com conseqncias Psico-neurais Estresse (23,3%) Cansao mental (23,3%) Nervosismo (20,0%) Ansiedade (20,0%)  ZZZ+ZZl) ' , zTRABALHO E SADE DO PROFESSOR  ALGUMAS EVIDNCIAS EMPRICAS&>!Cunha (2000) Problemas de sade com conseqncias Estruturais Dor na coluna lombar (20,7%) Perda da voz/rouquido/calos nas pregas vocais (18,9%) Dor nas pernas/varizes (18,9%) Problemas de sade com conseqncias Fisiolgicas Sensao desagradvel no estmago/m digesto/ gastrite (30,0%) Dor de cabea (17,4%)  ZZ1ZZ2ZZ zTRABALHO E SADE DO PROFESSOR  ALGUMAS EVIDNCIAS EMPRICAS&>!CESAT- Centro de Estudos em Sade do Trabalhador Avaliou a demanda do Ambulatrio do CESAT no perodo de 1991-1998. Observou-se diminuio no percentual de trabalhadores atendidos no ramo petroqumico em relao ao setor de servios (comrcio, educaao e sade) A anlise de 76 docentes (1991-95) revelou que 46 portavam doenas ocupacionais: rinosinusite, asma, calos ns cordas vocais, dermatoses, varizes. AZiZ9 D6@C$zTRABALHO E SADE DO PROFESSOR  ALGUMAS EVIDNCIAS EMPRICAS&>!Estudo das Escolas da Rede Particular de ensino de Salvador, BA (1998) Populao relativamente jovem, mas com elevado desgaste fsico e psquico (elevada proporo de queixas de doenas e agravos sade) As queixas mais freqentes relacionavam-se ao uso intensivo da voz, s cargas ergonmicas (postura corporal repetitiva e incmoda) e s cargas qumicas (poeira e p de giz) A prevalncia de distrbios psquicos menores foi de 20,1%, variando de 21,4% entre as mulheres a 17,0% entre os homens.Z)ZG   y$' lTRABALHO E SADE DO PROFESSOR  ALGUMAS CONSIDERAES&7! Na maiora dos estudos existentes sobre as condies de trabalho e sade dos professores, h consenso quanto ao carter altamente estressor desta profisso, ocasionando repercusses variadas sobre a sade dessa categoria ocupacional.2,w ^LTRABALHO E SADE DO PROFESSOR  Algumas consideraes A partir da dcada de 90 verifica-se estudos que apresentam congruncia de resultados em relao no s s queixas de sade mais freqentes entre os docentes, como tambem com s condies de trabalho relacionadas aos problemas detectados.B'&&!!,! , lTRABALHO E SADE DO PROFESSOR  ALGUMAS CONSIDERAES&7!) A maioria dos aspectos associados aos problemas de sade encontrados refere-se s condies e organizao do trabalho; aspectos que podem ser redefinidos e reestruturados (no so caractersticas inerentes s atividades docentes). A organizao do trabalho fruto das decises e definioes cotidianas que se processam no interior de cada escola e, portanto, pode e deve ser reformulada..4  ` f3f3` ff̙` ___` ff` 3ff3f>?" dd@,?lPd@   Z l<@ d`"  n?" dd@   @@``PR    @ ` ` p>>  (   ^T y   "yZ   S B7 C DEHFPv @?q 6 6 n(dx  G b q %(@"B y2   ZG1?"   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Objeto de trabalho . Ferramentas de trabalho . Trabalho propriamente dito #3MJ! _ SADE E TRABALHO CARGAS DE TRABALHO Fsicas Qumicas Biolgicas Ergonmicas Psquicas bZlZh$jSADE E TRABALHO PROCESSO DE TRABALHO PRODUAO DE FORMAS DE DESGASTE RECOMPOSIAO DESGASTE FSICO E PSQUICO PERFIL PATOLGICOL$%$PROCESSO DE TRABALHO DOCENTE($  POSSIBILIDADE DE EXPRESSO AFETIVA A capacidade de empatia no apenas permitida, ela se faz imprescindvel para que o processo de ensino-aprendizagem ocorra com maior qualidade Envolve investimento afetivo. $ PROCESSO DE TRABALHO DOCENTE($  Caractersticas do Trabalho Docente Controle  o planejamento e as etapas a seguir no processo ensino-aprendizagem e ritmo imposto no escapam completamente ao controle do educador Ausncia de controle sobre o objeto e produto do seu trabalho  o produto do trabalho a modificao do outro; logo, fica difcil o controle sobre a dinmica do processo educativo de um aluno O meio de trabalho do professor ele prprio  no necessrio mediao para a exposio e discusso de conhecimentosZ&ZZ$ =-K PROCESSO DE TRABALHO DOCENTE($  O Processo de Trabalho Docente estrutura-se a partir de: Prticas Institucionais Funcionamento do sistema educativo. Prticas Organizativas Define a forma de trabalho dos professores, a diviso do tempo, articulao dos saberes, critrios organizacionais em geral Prticas Didticas So de responsabilidade imediata do professor, compe o ter de profissionalidade docente num sentido tcnico restrito.D;){9 * } &CONTEXTO DE REESTRUTURAO EDUCACIONAL''$& Educao para o desenvolvimento econmico Livros padronizados Aumento de controle interno Exigncias de elevados ndices de aprovao Avaliao do trabalho atravs de ProvesN.*!6-\*=Efeitos da mudana social sobre as atividades dos professores>>${Modificao do apoio da sociedade ao sistema educativo Desvalorizao social do professor Mudana dos contedos curriculares Escassez de recursos materiais Deficincias das condies de trabalho Mudanas na relao professor-aluno Aumento das exigncias em relao ao papel do professor Fragmentao do trabalho docente MAL-ESTAR DOCENTE>A;A)zTRABALHO E SADE DO PROFESSOR  ALGUMAS EVIDNCIAS EMPRICAS&>! Os estudos realizados no Brasil e no exterior apontam a importante contribuio dos aspectos relacionados ao ambiente escolar e organizao do processo de trabalho na produo de diferentes formas de adoecimento entre os educadores e educadoras. BZRoot EntrydO) Current User"5SummaryInformation(Mt1PowerPoint Document(  !"#$%&'()*+,-./0123456789:;<=>?@ABCDEFGHIJKLzNOPQRSTUVWXYZ[\]^_`abcdeghijklmnopqrstux{|}~DocumentSummaryInformation8DArialNew Roman,Bbbv 0b( 0" DWingdingsRoman,Bbbv 0b( 00DBookman Old Stylebbv 0b( 0@DSPSS Marker Setebbv 0b( 0 a . @n?" dd@  @@`` tltv        0P3M33@8{uʚ;2Nʚ;g43d3dv 0b:ppp@ <4!d!d` 0bCb<4dddd` 0bCb <4BdBdb 0bb? %QSADE E TRABALHO PROCESSO DE CONSTRUO DE IDENTIDADE Papel estruturador do trabalho AFETO E TRABALHO As representaes simblicas Dando feies prprias ao mundo %/WSADE E TRABALHO# AFETO E TRABALHO Qualquer que seja o modo de produo ou a tarefa, existe sempre uma tranferncia de subjetividade ao produto: trabalhar impor natureza a nossa face, o mundo fica mais parecido conosco e, portanto, nossa subjetividade depositada ali, fora de ns, nos representando.b##SADE E TRABALHO TODO PROCESSO DE TRABALHO ENVOLVE: . Objeto de trabalho . Ferramentas de trabalho . Trabalho propriamente dito #3MJ! _ SADE E TRABALHO CARGAS DE TRABALHO Fsicas Qumicas Biolgicas Ergonmicas Psquicas bZlZh$jSADE E TRABALHO PROCESSO DE TRABALHO PRODUAO DE FORMAS DE DESGASTE RECOMPOSIAO DESGASTE FSICO E PSQUICO PERFIL PATOLGICOL$%$PROCESSO DE TRABALHO DOCENTE($  Caractersticas do Trabalho Docente Controle  planejamento e as etapas a seguir no processo ensino-aprendizagem e ritmo imposto no escapam completamente ao controle do educador Ausncia de controle sobre o objeto e produto do seu trabalho  o produto do trabalho a modificao do outro; logo, fica difcil o controle sobre a dinmica do processo educativo de um aluno O meio de trabalho do professor ele prprio  no necessrio mediao para a exposio e discusso de conhecimentosZ&ZZ$ =-K PROCESSO DE TRABALHO DOCENTE($  CPOSSIBILIDADE DE EXPRESSO AFETIVA A capacidade de empatia no apenas permitida, ela se faz imprescindvel para que o processo de ensino-aprendizagem ocorra com maior qualidade Envolve investimento afetivo. % zTRABALHO E SADE DO PROFESSOR  ALGUMAS EVIDNCIAS EMPRICAS&>! Os estudos realizados no Brasil e no exterior apontam a importante contribuiao dos aspectos relacionados ao ambiente escolar e organizao do processo de trabalho na produao de diferentes formas de adoecimento entre os educadores e educadoras. BZZ! &CONTEXTO DE REESTRUTURAO EDUCACIONAL''$& Educao para o desenvolvimento econmico Livros padronizados Aumento de controle interno Exigncias de elevador ndices de aprovao Avaliao do trabalho atravs de ProvesN.*!6-\*=Efeitos da mudana social sobre as atividades dos professores>>${Modificao do apoio da sociedade ao sistema educativo Desvalorizao social do professor Mudana dos contedos curriculares Escassez de recursos materiais Deficincias das condies de trabalho Mudanas na relao professor-aluno Aumento das exigncias em relao ao papel do professor Fragmentao do trabalho docente MAL-ESTAR DOCENTE>A;A)zTRABALHO E SADE DO PROFESSOR  ALGUMAS EVIDNCIAS EMPRICAS&>!^Dados da OIT (1981): Universidade da Hungria  maior prevalncia de distrbios advindos do estresse, labirintite, faringite, neuroses e doenas dos aparelhos locomotor e circulatrio entre docentes; Frana  segundo dados oficiais, 60% das solicitaes por motivo de doena relacionavam-se a distrbios nervosos. Entre pessoas hospitalizadas por doenas mentais, maior incidncia de neuroses com depresso entre os professores;Z zTRABALHO E SADE DO PROFESSOR  ALGUMAS EVIDNCIAS EMPRICAS&>!|Dados da OIT (1981): Inglaterra  25% dos professores no acreditavam na prpria permanncia na profisso nos prximos 10 anos e 20 a 30% deles classificavam-na como causadora de estresse.R zTRABALHO E SADE DO PROFESSOR  ALGUMAS EVIDNCIAS EMPRICAS&>!$Kohen (1997) Argentina  observou elevado desgaste fsico e psquico em decorrncia de situaes inadequadas do ambiente de trabalho. Dentre as queixas mais freqentes encontrou: problemas nas cordas vocais (38%), distrbios psiquitricos (34%) e problemas digestivos (23%).@   zTRABALHO E SADE DO PROFESSOR  ALGUMAS EVIDNCIAS EMPRICAS&>!@Soares Jr. (1994) Estudou 10 escolas da rede pblica estadual de ensino de Uberaba  MG, nos anos de 1991 e 1992. Da populao estudada, 75% apresentou algum tipo de distrbio biolgico ou psquico nos dois anos de estudo 87% relacionaram essa alterao ao tempo de servio e 13% a fatores socioeconmicos e familiares. As principais alteraes foram: fadiga(22,8%), alterao da voz (15,2%), cefalia (12,1%).ZaZmZZcZZ[Z`.zTRABALHO E SADE DO PROFESSOR  ALGUMAS EVIDNCIAS EMPRICAS&>!dVasconcelos (1995) Avaliou dados do Hospital do Servidor Pblico de So Paulo (1988) . A neurose e a depresso afastam, em mdia, 33 professores por dia letivo. . Nos 15 meses que antecedeu o seu estudo, foram notificou-se 8.868 licenas por tratamento de doenas mentais: 6.271 neurose, 807 dificuldades de ajustamento, 599 por estresse e 284 depressoPeZC  zTRABALHO E SADE DO PROFESSOR  ALGUMAS EVIDNCIAS EMPRICAS&>!Uma das formas de  mal-estar docente denomina-se sndrome de Burnout  sentimento crnico de desnimo, apatia e desresponsabilizao Codo et al (1999) Pesquisa realizada em 27 estados brasileiros (Codo et al, 1999): 48% dos docentes apresentaram algum sintoma de burnout; 1 em cada 4 educadores tinham exausto emocional. B93M233>Aq3P=+::6  zTRABALHO E SADE DO PROFESSOR  ALGUMAS EVIDNCIAS EMPRICAS&>!Codo et al (1999) Avaliando tipo de gesto e burnout encontraram correlao positiva entre maior exausto emocional e o tipo de gesto denominada de tradicional. As escolas que alcanaram maior ndice de infra-estrutura foram aquelas que adotaram a gesto democrtica e participativa.>  $' zTRABALHO E SADE DO PROFESSOR  ALGUMAS EVIDNCIAS EMPRICAS&>!Carvalho (1995) Professores que referiram no ter autonomia no trabalho apresentaram escores mais baixos de realizao pessoal do que os professores que referiram ter autonomia. Professores que relataram interferncia de especialistas (atuao de supervisores, diretores e coordenadores) no seu trabalho apresentaram escores de exausto emocional mais alto e escores mais baixos de realizao pessoal do que aqueles que no referiram tal interferncia. <zTRABALHO E SADE DO PROFESSOR  ALGUMAS EVIDNCIAS EMPRICAS&>!Noronha (2001) Estudou professoras do ensino fundamental de uma escola pblica de Montes Claros  MG O estudo revelou sentimentos de insatisfao, frustao e ansiedade entre as professoras O esforo das professoras em realizar o seu trabalho confrontava-se com incompatibilidades existentes entre as exigncias profissionais e as condies reais de trabalho.ZZZWY   zTRABALHO E SADE DO PROFESSOR  ALGUMAS EVIDNCIAS EMPRICAS&>!xCunha (2000) Estudou professores da UESB Categorizou os principais problemas de sade em trs grupos: ~ Problemas com conseqncias Psico-neurais ~ Problemas com conseqncias Estruturais ~ Problemas com conseqncias Fisiolgicas Problemas com conseqncias Psico-neurais Estresse (23,3%) Cansao mental (23,3%) Nervosismo (20,0%) Ansiedade (20,0%)  ZZZ+ZZl) ' , zTRABALHO E SADE DO PROFESSOR  ALGUMAS EVIDNCIAS EMPRICAS&>!Cunha (2000) Problemas de sade com conseqncias Estruturais Dor na coluna lombar (20,7%) Perda da voz/rouquido/calos nas pregas vocais (18,9%) Dor nas pernas/varizes (18,9%) Problemas de sade com conseqncias Fisiolgicas Sensao desagradvel no estmago/m digesto/ gastrite (30,0%) Dor de cabea (17,4%)  ZZ1ZZ2ZZ zTRABALHO E SADE DO PROFESSOR  ALGUMAS EVIDNCIAS EMPRICAS&>!CESAT- Centro de Estudos em Sade do Trabalhador Avaliou a demanda do Ambulatrio do CESAT no perodo de 1991-1998. Observou-se diminuio no percentual de trabalhadores atendidos no ramo petroqumico em relao ao setor de servios (comrcio, educaao e sade) A anlise de 76 docentes (1991-95) revelou que 46 portavam doenas ocupacionais: rinosinusite, asma, calos ns cordas vocais, dermatoses, varizes. AZiZ9 D6@C$zTRABALHO E SADE DO PROFESSOR  ALGUMAS EVIDNCIAS EMPRICAS&>!Estudo das Escolas da Rede Particular de ensino de Salvador, BA (1998) Populao relativamente jovem, mas com elevado desgaste fsico e psquico (elevada proporo de queixas de doenas e agravos sade) As queixas mais freqentes relacionavam-se ao uso intensivo da voz, s cargas ergonmicas (postura corporal repetitiva e incmoda) e s cargas qumicas (poeira e p de giz) A prevalncia de distrbios psquicos menores foi de 20,1%, variando de 21,4% entre as mulheres a 17,0% entre os homens.Z)ZG   y$' lTRABALHO E SADE DO PROFESSOR  ALGUMAS CONSIDERAES&7! Na maiora dos estudos existentes sobre as condies de trabalho e sade dos professores, h consenso quanto ao carter altamente estressor desta profisso, ocasionando repercusses variadas sobre a sade dessa categoria ocupacional.2,w ^LTRABALHO E SADE DO PROFESSOR  Algumas consideraes A partir da dcada de 90 verifica-se estudos que apresentam congruncia de resultados em relao no s s queixas de sade mais freqentes entre os docentes, como tambem com s condies de trabalho relacionadas aos problemas detectados.B'&&!!,! , lTRABALHO E SADE DO PROFESSOR  ALGUMAS CONSIDERAES&7!) A maioria dos aspectos associados aos problemas de sade encontrados refere-se s condies e organizao do trabalho; aspectos que podem ser redefinidos e reestruturados (no so caractersticas inerentes s atividades docentes). A organizao do trabalho fruto das decises e definioes cotidianas que se processam no interior de cada escola e, portanto, pode e deve ser reformulada..  l0(  lx l c $^ P   x l c $l< P   H l 0޽h ? ̙33  p0(  px p c $p P   x p c $| P   H p 0޽h ? ̙33  0(  x  c $h?     x  c $$@ p  H  0޽h ? ̙33V  t(  tx t c $4+    x t c $h P  ^B t 6D) @@H t 0޽h ? ̙33r V0 2 {[( H/ 0|DTimes New Roman,Bbbv 0b( 0  !# ՜.+,0l    Presentacin en pantallaD.es !Times New RomanArial WingdingsBookman Old StyleSPSS Marker Set PlanagemSADE E TRABALHOSADE E TRABALHOSADE E TRABALHOSADE E TRABALHOSADE E TRABALHOPROCESSO DE TRABALHO DOCENTEPROCESSO DE TRABALHO DOCENTEPROCESSO DE TRABALHO DOCENTE'CONTEXTO DE REESTRUTURAO EDUCACIONAL>Efeitos da mudana social sobre as atividades dos professores>TRABALHO E SADE DO PROFESSOR ALGUMAS EVIDNCIAS EMPRICAS>TRABALHO E SADE DO PROFESSOR ALGUMAS EVIDNCIAS EMPRICAS>TRABALHO E SADE DO PROFESSOR ALGUMAS EVIDNCIAS EMPRICAS>TRABALHO E SADE DO PROFESSOR ALGUMAS EVIDNCIAS EMPRICAS>TRABALHO E SADE DO PROFESSOR ALGUMAS EVIDNCIAS EMPRICAS>TRABALHO E SADE DO PROFESSOR ALGUMAS EVIDNCIAS EMPRICAS>TRABALHO E SADE DO PROFESSOR ALGUMAS EVIDNCIAS EMPRICAS>TRABALHO E SADE DO PROFESSOR ALGUMAS EVIDNCIAS EMPRICAS>TRABALHO E SADE DO PROFESSOR ALGUMAS EVIDNCIAS EMPRICAS>TRABALHO E SADE DO PROFESSOR ALGUMAS EVIDNCIAS EMPRICAS>TRABALHO E SADE DO PROFESSOR ALGUMAS EVIDNCIAS EMPRICAS>TRABALHO E SADE DO PROFESSOR ALGUMAS EVIDNCIAS EMPRICAS>TRABALHO E SADE DO PROFESSOR ALGUMAS EVIDNCIAS EMPRICAS>TRABALHO E SADE DO PROFESSOR ALGUMAS EVIDNCIAS EMPRICAS7TRABALHO E SADE DO PROFESSOR ALGUMAS CONSIDERAES'TRABALHO E SADE DO PROFESSOR Algumas consideraes A partir da dcada de 90 verifica-se estudos que apresentam congruncia de resultados em relao no s s queixas de sade mais freqentes entre os docentes, como tambem com s condies de trabalho relacionadas aos problemas detectados.7TRABALHO E SAځfZ! zTRABALHO E SADE DO PROFESSOR  ALGUMAS EVIDNCIAS EMPRICAS&>!^Dados da OIT (1981): Universidade da Hungria  maior prevalncia de distrbios advindos do estresse, labirintite, faringite, neuroses e doenas dos aparelhos locomotor e circulatrio entre docentes; Frana  segundo dados oficiais, 60% das solicitaes por motivo de doena relacionavam-se a distrbios nervosos. Entre pessoas hospitalizadas por doenas mentais, maior incidncia de neuroses com depresso entre os professores;Z zTRABALHO E SADE DO PROFESSOR  ALGUMAS EVIDNCIAS EMPRICAS&>!|Dados da OIT (1981): Inglaterra  25% dos professores no acreditavam na prpria permanncia na profisso nos prximos 10 anos e 20 a 30% deles classificavam-na como causadora de estresse.R zTRABALHO E SADE DO PROFESSOR  ALGUMAS EVIDNCIAS EMPRICAS&>!*Kohen (1997) Argentina  observou-se elevado desgaste fsico e psquico em decorrncia de situaes inadequadas do ambiente de trabalho. Dentre as queixas mais freqentes encontrou: problemas nas cordas vocais (38%), distrbios psiquitricos (34%) e problemas digestivos (23%).@  $  zTRABALHO E SADE DO PROFESSOR  ALGUMAS EVIDNCIAS EMPRICAS&>!@Soares Jr. (1994) Estudou 10 escolas da rede pblica estadual de ensino de Uberaba  MG, nos anos de 1991 e 1992. Da populao estudada, 75% apresentou algum tipo de distrbio biolgico ou psquico nos dois anos de estudo 87% relacionaram essa alterao ao tempo de servio e 13% a fatores socioeconmicos e familiares. As principais alteraes foram: fadiga(22,8%), alterao da voz (15,2%), cefalia (12,1%).ZaZmZZcZZ[Z`.zTRABALHO E SADE DO PROFESSOR  ALGUMAS EVIDNCIAS EMPRICAS&>!cVasconcelos (1995) Avaliou dados do Hospital do Servidor Pblico de So Paulo (1988) . A neurose e a depresso afastam, em mdia, 33 professores por dia letivo. . Nos 15 meses que antecedeu o seu estudo, foram notificadas 8.868 licenas por tratamento de doenas mentais: 6.271 neurose, 807 dificuldades de ajustamento, 599 por estresse e 284 depressoPdZC   zTRABALHO E SADE DO PROFESSOR  ALGUMAS EVIDNCIAS EMPRICAS&>!Uma das formas de  mal-estar docente denomina-se sndrome de Burnout  sentimento crnico de desnimo, apatia e desresponsabilizao Codo et al (1999) Pesquisa realizada em 27 estados brasileiros (Codo et al, 1999): 48% dos docentes apresentaram algum sintoma de burnout; 1 em cada 4 educadores tinham exausto emocional. B93M233>Aq3P=+::6  zTRABALHO E SADE DO PROFESSOR  ALGUMAS EVIDNCIAS EMPRICAS&>!Codo et al (1999) Avaliando tipo de gesto e burnout encontraram correlao positiva entre maior exausto emocional e o tipo de gesto denominada de tradicional. As escolas que alcanaram maior ndice de infra-estrutura foram aquelas que adotaram a gesto democrtica e participativa.>  $' zTRABALHO E SADE DO PROFESSOR  ALGUMAS EVIDNCIAS EMPRICAS&>!Carvalho (1995) Professores que referiram no ter autonomia no trabalho apresentaram escores mais baixos de realizao pessoal do que os professores que referiram ter autonomia. Professores que relataram interferncia de especialistas (atuao de supervisores, diretores e coordenadores) no seu trabalho apresentaram escores de exausto emocional mais alto e escores mais baixos de realizao pessoal do que aqueles que no referiram tal interferncia. <zTRABALHO E SADE DO PROFESSOR  ALGUMAS EVIDNCIAS EMPRICAS&>!Noronha (2001) Estudou professoras do ensino fundamental de uma escola pblica de Montes Claros  MG O estudo revelou sentimentos de insatisfao, frustao e ansiedade entre as professoras O esforo das professoras em realizar o seu trabalho confrontava-se com incompatibilidades existentes entre as exigncias profissionais e as condies reais de trabalho.ZZZWY   zTRABALHO E SADE DO PROFESSOR  ALGUMAS EVIDNCIAS EMPRICAS&>!xCunha (2000) Estudou professores da UESB Categorizou os principais problemas de sade em trs grupos: ~ Problemas com conseqncias Psico-neurais ~ Problemas com conseqncias Estruturais ~ Problemas com conseqncias Fisiolgicas Problemas com conseqncias Psico-neurais Estresse (23,3%) Cansao mental (23,3%) Nervosismo (20,0%) Ansiedade (20,0%)  ZZZ+ZZl) ' , zTRABALHO E SADE DO PROFESSOR  ALGUMAS EVIDNCIAS EMPRICAS&>!Cunha (2000) Problemas de sade com conseqncias Estruturais Dor na coluna lombar (20,7%) Perda da voz/rouquido/calos nas pregas vocais (18,9%) Dor nas pernas/varizes (18,9%) Problemas de sade com conseqncias Fisiolgicas Sensao desagradvel no estmago/m digesto/ gastrite (30,0%) Dor de cabea (17,4%)  ZZ1ZZ2ZZ zTRABALHO E SADE DO PROFESSOR  ALGUMAS EVIDNCIAS EMPRICAS&>!CESAT- Centro de Estudos em Sade do Trabalhador Avaliou a demanda do Ambulatrio do CESAT no perodo de 1991-1998. Observou-se diminuio no percentual de trabalhadores atendidos no ramo petroqumico em relao ao setor de servios (comrcio, educaao e sade) A anlise de 76 docentes (1991-95) revelou que 46 portavam doenas ocupacionais: rinosinusite, asma, calos ns cordas vocais, dermatoses, varizes. AZjZ9 C  6@C%zTRABALHO E SADE DO PROFESSOR  ALGUMAS EVIDNCIAS EMPRICAS&>!Estudo das Escolas da Rede Particular de ensino de Salvador, BA (1998) Populao relativamente jovem, mas com elevado desgaste fsico e psquico (elevada proporo de queixas de doenas e agravos sade) As queixas mais freqentes relacionavam-se ao uso intensivo da voz, s cargas ergonmicas (postura corporal repetitiva e incmoda) e s cargas qumicas (poeira e p de giz) A prevalncia de distrbios psquicos menores foi de 20,1%, variando de 21,4% entre as mulheres a 17,0% entre os homens.Z)ZG   y$' lTRABALHO E SADE DO PROFESSOR  ALGUMAS CONSIDERAES&7! Na maiora dos estudos existentes sobre as condies de trabalho e sade dos professores, h consenso quanto ao carter altamente estressor desta profisso, ocasionando repercusses variadas sobre a sade dessa categoria ocupacional.2,w ^LTRABALHO E SADE DO PROFESSOR  Algumas consideraes A partir da dcada de 90 verifica-se estudos que apresentam congruncia de resultados em relao no s s queixas de sade mais freqentes entre os docentes, como tambem com s condies de trabalho relacionadas aos problemas detectados.B'&&!!,! , lTRABALHO E SADE DO PROFESSOR  ALGUMAS CONSIDERAES&7!) A maioria dos aspectos associados aos problemas de sade encontrados refere-se s condies e organizao do trabalho; aspectos que podem ser redefinidos e reestruturados (no so caractersticas inerentes s atividades docentes). A organizao do trabalho fruto das decises e definioes cotidianas que se processam no interior de cada escola e, portanto, pode e deve ser reformulada..  p0(  px p c $p P   x p c $| P   H p 0޽h ? ̙33  l0(  lx l c $^ P   x l c $l< P   H l 0޽h ? ̙33  x0(  xx x c $  P   x x c $ P   H x 0޽h ? ̙33  0(  x  c $h?     x  c $$@ p  H  0޽h ? ̙33J   (  x  c $a `   x  c $b `  RB   s *D0H  0޽h ? ̙33J  (  x  c $ `   x  c $D    RB  s *D0H  0޽h ? ̙33J  H(  Hx H c $ `   x H c $    RB H s *D0H H 0޽h ? ̙33J  ``(  `x ` c $s    x ` c $dt   RB ` s *D H ` 0޽h ? ̙33r<U0\ _Z\ac VTX 1f{[( H/ 0|DTimes New Roman,Bbbv 0b( 0DArialNew Roman,Bbbv 0b( 0" DWingdingsRoman,Bbbv 0b( 00DBookman Old Stylebbv 0b( 0@DSPSS Marker Setebbv 0b( 0 a . @n?" dd@  @@`` |txy        0P3M33@8{uʚ;2Nʚ;g43d3dv 0b:ppp@ <4!d!d` 0bCb<4dddd` 0bCb <4BdBdb 0bb? %USADE E TRABALHO PROCESSO DE CONSTRUO DE IDENTIDADE Papel estruturador do trabalho AFETO E TRABALHO As representaes simblicas Dando feies prprias ao mundo %/WSADE E TRABALHO# AFETO E TRABALHO Qualquer que seja o modo de produo ou a tarefa, existe sempre uma tranferncia de subjetividade ao produto: trabalhar impor natureza a nossa face, o mundo fica mais parecido conosco e, portanto, nossa subjetividade depositada ali, fora de ns, nos representando.b##SADE E TRABALHO TODO PROCESSO DE TRABALHO ENVOLVE: . Objeto de trabalho . Ferramentas de trabalho . Trabalho propriamente dito #3MJ! _ SADE E TRABALHO CARGAS DE TRABALHO Fsicas Qumicas Biolgicas Ergonmicas Psquicas bZlZh$jSADE E TRABALHO PROCESSO DE TRABALHO PRODUAO DE FORMAS DE DESGASTE RECOMPOSIAO DESGASTE FSICO E PSQUICO PERFIL PATOLGICOL$%$PROCESSO DE TRABALHO DOCENTE($  POSSIBILIDADE DE EXPRESSO AFETIVA A capacidade de empatia no apenas permitida, ela se faz imprescindvel para que o processo de ensino-aprendizagem ocorra com maior qualidade Envolve investimento afetivo. $ PROCESSO DE TRABALHO DOCENTE($  Caractersticas do Trabalho Docente Controle  o planejamento e as etapas a seguir no processo ensino-aprendizagem e ritmo imposto no escapam completamente ao controle do educador Ausncia de controle sobre o objeto e produto do seu trabalho  o produto do trabalho a modificao do outro; logo, fica difcil o controle sobre a dinmica do processo educativo de um aluno O meio de trabalho do professor ele prprio  no necessrio mediao para a exposio e discusso de conhecimentosZ&ZZ$ =-K PROCESSO DE TRABALHO DOCENTE($  O Processo de Trabalho Docente estrutura-se a partir de: Prticas Institucionais Funcionamento do sistema educativo. Prticas Organizativas Define a forma de trabalho dos professores, a diviso do tempo, articulao dos saberes, critrios organizacionais em geral Prticas Didticas So de responsabilidade imediata do professor, compe o ter de profissionalidade docente num sentido tcnico restrito.D;){9 * } &CONTEXTO DE REESTRUTURAO EDUCACIONAL''$& Educao para o desenvolvimento econmico Livros padronizados Aumento de controle interno Exigncias de elevados ndices de aprovao Avaliao do trabalho atravs de ProvesN.*!6-\*=Efeitos da mudana social sobre as atividades dos professores>>${Modificao do apoio da sociedade ao sistema educativo Desvalorizao social do professor Mudana dos contedos curriculares Escassez de recursos materiais Deficincias das condies de trabalho Mudanas na relao professor-aluno Aumento das exigncias em relao ao papel do professor Fragmentao do trabalho docente MAL-ESTAR DOCENTE>A;A)zTRABALHO E SADE DO PROFESSOR  ALGUMAS EVIDNCIAS EMPRICAS&>! Os estudos realizados no Brasil e no exterior apontam a importante contribuio dos aspectos relacionados ao ambiente escolar e organizao do processo de trabalho na produo de diferentes formas de adoecimento entre os educadores e educadoras. BZZ! zTRABALHO E SADE DO PROFESSOR  ALGUMAS EVIDNCIAS EMPRICAS&>!^Dados da OIT (1981): Universidade da Hungria  maior prevalncia de distrbios advindos do estresse, labirintite, faringite, neuroses e doenas dos aparelhos locomotor e circulatrio entre docentes; Frana  segundo dados oficiais, 60% das solicitaes por motivo de doena relacionavam-se a distrbios nervosos. Entre pessoas hospitalizadas por doenas mentais, maior incidncia de neuroses com depresso entre os professores;Z zTRABALHO E SADE DO PROFESSOR  ALGUMAS EVIDNCIAS EMPRICAS&>!|Dados da OIT (1981): Inglaterra  25% dos professores no acreditavam na prpria permanncia na profisso nos prximos 10 anos e 20 a 30% deles classificavam-na como causadora de estresse.R zTRABALHO E SADE DO PROFESSOR  ALGUMAS EVIDNCIAS EMPRICAS&>!*Kohen (1997) Argentina  observou-se elevado desgaste fsico e psquico em decorrncia de situaes inadequadas do ambiente de trabalho. Dentre as queixas mais freqentes encontrou: problemas nas cordas vocais (38%), distrbios psiquitricos (34%) e problemas digestivos (23%).@  $  zTRABALHO E SADE DO PROFESSOR  ALGUMAS EVIDNCIAS EMPRICAS&>!@Soares Jr. (1994) Estudou 10 escolas da rede pblica estadual de ensino de Uberaba  MG, nos anos de 1991 e 1992. Da populao estudada, 75% apresentou algum tipo de distrbio biolgico ou psquico nos dois anos de estudo 87% relacionaram essa alterao ao tempo de servio e 13% a fatores socioeconmicos e familiares. As principais alteraes foram: fadiga(22,8%), alterao da voz (15,2%), cefalia (12,1%).ZaZmZZcZZ[Z`.zTRABALHO E SADE DO PROFESSOR  ALGUMAS EVIDNCIAS EMPRICAS&>!cVasconcelos (1995) Avaliou dados do Hospital do Servidor Pblico de So Paulo (1988) . A neurose e a depresso afastam, em mdia, 33 professores por dia letivo. . Nos 15 meses que antecedeu o seu estudo, foram notificadas 8.868 licenas por tratamento de doenas mentais: 6.271 neurose, 807 dificuldades de ajustamento, 599 por estresse e 284 depressoPdZC   zTRABALHO E SADE DO PROFESSOR  ALGUMAS EVIDNCIAS EMPRICAS&>!Uma das formas de  mal-estar docente denomina-se sndrome de Burnout  sentimento crnico de desnimo, apatia e desresponsabilizao Codo et al (1999) Pesquisa realizada em 27 estados brasileiros (Codo et al, 1999): 48% dos docentes apresentaram algum sintoma de burnout; 1 em cada 4 educadores tinham exausto emocional. B93M233>Aq3P=+::6  zTRABALHO E SADE DO PROFESSOR  ALGUMAS EVIDNCIAS EMPRICAS&>!Codo et al (1999) Avaliando tipo de gesto e burnout encontraram correlao positiva entre maior exausto emocional e o tipo de gesto denominada de tradicional. As escolas que alcanaram maior ndice de infra-estrutura foram aquelas que adotaram a gesto democrtica e participativa.>  $' zTRABALHO E SADE DO PROFESSOR  ALGUMAS EVIDNCIAS EMPRICAS&>!Carvalho (1995) Professores que referiram no ter autonomia no trabalho apresentaram escores mais baixos de realizao pessoal do que os professores que referiram ter autonomia. Professores que relataram interferncia de especialistas (atuao de supervisores, diretores e coordenadores) no seu trabalho apresentaram escores de exausto emocional mais alto e escores mais baixos de realizao pessoal do que aqueles que no referiram tal interferncia. <zTRABALHO E SADE DO PROFESSOR  ALGUMAS EVIDNCIAS EMPRICAS&>!Noronha (2001) Estudou professoras do ensino fundamental de uma escola pblica de Montes Claros  MG O estudo revelou sentimentos de insatisfao, frustao e ansiedade entre as professoras O esforo das professoras em realizar o seu trabalho confrontava-se com incompatibilidades existentes entre as exigncias profissionais e as condies reais de trabalho.ZZZWY   zTRABALHO E SADE DO PROFESSOR  ALGUMAS EVIDNCIAS EMPRICAS&>!xCunha (2000) Estudou professores da UESB Categorizou os principais problemas de sade em trs grupos: ~ Problemas com conseqncias Psico-neurais ~ Problemas com conseqncias Estruturais ~ Problemas com conseqncias Fisiolgicas Problemas com conseqncias Psico-neurais Estresse (23,3%) Cansao mental (23,3%) Nervosismo (20,0%) Ansiedade (20,0%)  ZZZ+ZZl) ' , zTRABALHO E SADE DO PROFESSOR  ALGUMAS EVIDNCIAS EMPRICAS&>!Cunha (2000) Problemas de sade com conseqncias Estruturais Dor na coluna lombar (20,7%) Perda da voz/rouquido/calos nas pregas vocais (18,9%) Dor nas pernas/varizes (18,9%) Problemas de sade com conseqncias Fisiolgicas Sensao desagradvel no estmago/m digesto/ gastrite (30,0%) Dor de cabea (17,4%)  ZZ1ZZ2ZZ zTRABALHO E SADE DO PROFESSOR  ALGUMAS EVIDNCIAS EMPRICAS&>!CESAT- Centro de Estudos em Sade do Trabalhador Avaliou a demanda do Ambulatrio do CESAT no perodo de 1991-1998. Observou-se diminuio no percentual de trabalhadores atendidos no ramo petroqumico em relao ao setor de servios (comrcio, educaao e sade) A anlise de 76 docentes (1991-95) revelou que 46 portavam doenas ocupacionais: rinosinusite, asma, calos ns cordas vocais, dermatoses, varizes. AZjZ9 C  6@C%zTRABALHO E SADE DO PROFESSOR  ALGUMAS EVIDNCIAS EMPRICAS&>!Estudo das Escolas da Rede Particular de ensino de Salvador, BA (1998) Populao relativamente jovem, mas com elevado desgaste fsico e psquico (elevada proporo de queixas de doenas e agravos sade) As queixas mais freqentes relacionavam-se ao uso intensivo da voz, s cargas ergonmicas (postura corporal rDE DO PROFESSOR ALGUMAS CONSIDERAES Fuentes usadasPlantilla de diseoTtu_OlhandoOlhandolos de diapositivaepetitiva e incmoda) e s cargas qumicas (poeira e p de giz) A prevalncia de distrbios psquicos menores foi de 20,1%, variando de 21,4% entre as mulheres a 17,0% entre os homens.Z)ZG   y$' lTRABALHO E SADE DO PROFESSOR  ALGUMAS CONSIDERAES&7! Na maiora dos estudos existentes sobre as condies de trabalho e sade dos professores, h consenso quanto ao carter altamente estressor desta profisso, ocasionando repercusses variadas sobre a sade dessa categoria ocupacional.2,w ^LTRABALHO E SADE DO PROFESSOR  Algumas consideraes A partir da dcada de 90 verifica-se estudos que apresentam congruncia de resultados em relao no s s queixas de sade mais freqentes entre os docentes, como tambem com s condies de trabalho relacionadas aos problemas detectados.B'&&!!,! , lTRABALHO E SADE DO PROFESSOR  ALGUMAS CONSIDERAES&7!) A maioria dos aspectos associados aos problemas de sade encontrados refere-se s condies e organizao do trabalho; aspectos que podem ser redefinidos e reestruturados (no so caractersticas inerentes s atividades docentes). A organizao do trabalho fruto das decises e definioes cotidianas que se processam no interior de cada escola e, portanto, pode e deve ser reformulada..rhf Df